Membro Inferior


Membro Inferior


Este é um capítulo que tem tido uma grande evolução ao longo dos últimos anos. As alternativas são cada vez mais e a atualização permanente é essencial.

A reconstrução de membro inferior envolve frequentemente técnicas de microcirurgia.

Destacam-se nesta região anatómica:

  • Patologia traumatica e suas sequelas

    Na vertente reconstrutiva da Cirurgia Plástica, é bastante frequente o contacto com grandes politraumatizados, em especial vítimas de acidentes de trabalho com máquinas de grande energia.
    A cirurgia plástica é frequentemente chamada para reparar lesões major de músculos, tendões, nervos e artérias.
    O acompanhamento destes casos requer por vezes revisões cirúrgicas e tratamento das respectivas sequelas.

  • Úlceras vasculares

    A patologia vascular no membro inferior manifesta-se maioritariamente por úlceras ou feridas.
    Estas úlceras são de natureza arterial, venosa ou mista, conforme o deficit mais importante seja arterial ou venoso, respectivamente.
    O tratamento sistémico do ponto de vista vascular, como o controlo da tensão arterial, colesterol e a avaliação correcta do status vascular com a ajuda de um ecodoppler, são o garante de uma resolução completa de uma úlcera vascular.
    Existem algumas soluções reconstrutivas, entre elas os enxertos de pele e os retalhos. Para além disso, actualmente os pensos de vacuoterapia são uma ajuda essencial para gerir estas situações clinicas e diminuir o tempo de recuperação.

  • Úlceras de pressão

    As úlceras de pressão ou de decúbito são o resultado da imobilidade, de o paciente estar demasiado tempo sob uma zona especifica do corpo.
    Se não nos movimentarmos, mesmo milimetricamente, por exemplo, durante o sono e de forma involuntária, temos uma úlcera de decúbito de manhã.
    Os doentes que não podem ou não conseguem mobilizar-se, têm de ser ajudados para que se evite este tipo de úlceras.
    A prevenção é portanto muito importante e inclui, os colchões antiescara, as mobilizações periódicas e a verificação de zonas de pressão já existentes.
    A cirurgia só deve acontecer quando estas condições estão garantidas e em casos com potencial de recuperação, isto porque as cirurgias acarretam riscos que não devem ser desprezados.

  • Patologia tumoral

    Neste tipo de patologia, o objectivo é inicialmente a ressecção total e a melhor reconstrução possível do membro.

A estética da mama tem uma história longa retratada desde a antiguidade em quadros e esculturas, ao longo dos séculos a imagem de uma mama perfeita sempre existiu naturalmente em todos nós. Proporcionalidade, simetria, forma, todos nós sabemos avaliar uma mama, mas nem todas as mulheres têm a sorte de ter uma mama perfeita.
A mamoplastia de aumento é a cirurgia indicada para estas mulheres. No fundo reune tudo aquilo que se pretende na cirurgia estética: uma forma mais elegante, alcançar as expectativas das doentes, resultados reprodutíveis.
A cirurgia de aumento mamário é um dos procedimentos mais frequentes da cirurgia plástica. Desde há muitos anos que esta cirurgia é realizada, e com o decorrer do tempo, a técnica e os materiais são cada vez melhores. Neste momento as próteses têm um design muito apurado e são compostas por substâncias da melhor qualidade. Os fabricantes dão uma garantia vitalícia aos seus produtos.

A cirurgia de aumento mamário é um dos procedimentos mais frequentes da cirurgia plástica.Dr. David Rasteiro

De uma maneira geral as prótese mamárias podem dividir-se em dois tipos principais: redondas e anatómicas. Isto tem a ver com a forma da prótese. Numa prótese redonda a superfície é semiesférica, enquanto que numa prótese anatómica, o perfil faz lembrar uma pêra. Qual é a mais indicada? Bem isso é uma pergunta que deve colocar ao seu médico, se bem que de uma maneira geral as próteses redondas preenchem melhor o chamado polo superior da mama e as próteses anatómicas têm uma configuração que permite uma melhor rotação da mama, especialmente no caso da mama um pouco mais mais caída.

As mulheres que estão interessadas sobre esta cirurgia têm normalmente uma informação já muito precisa sobre o procedimento. No entanto convém esclarecer sobre a localização das cicatriz. Existem três opções no geral: o acesso periareolar ( ao pé do mamilo), inframamário (por baixo da mama) e axilar. São três opções que salvo algumas excepções, como por exemplo se se tratar de uma aréola muita pequena , que impede a via periareolar, podem ser utilizadas sempre. A escolha deve ser realizada consoante o desejo da doente e a experiência do cirurgião.

INFORMAÇÕES PRÁTICAS

Duração da cirurgia – 1H30m

Tipo de anestesia – anestesia local com sedação

Cirurgia com recuperação em ambulatório

Tempo de recuperação (até regressar ao trabalho) – 4 dias a 1 semana

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Tem alguma dúvida?
Fale comigo.
Dr. David Rasteiro

Cirurgião Plástico


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